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Bares e restaurantes já demitiram 13 mil no Estado
Restrições para conter o contágio no Epírito Santo já trazem impactos no mercado de trabalho 
 
Os números em escala crescente do novo coronavírus e as restrições para conter o contágio no Estado já trazem impactos no mercado de trabalho, como demissões e férias coletivas.

No universo de 90 mil empregados de bares e restaurantes, 13.500 foram demitidos no Estado, entre eles garçons, auxiliares de cozinha, cozinheiros, profissionais da limpeza e do administrativo. 

São 15% dos trabalhadores do setor, segundo Rodrigo Vervloet, presidente do Sindicato dos Restaurantes, Bares e Similares do Espírito Santo (Sindbares) e da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel-ES).

Ele disse que essas demissões ainda não são em proporções tão acentuadas, pois o setor está aguardando medidas de apoio financeiro do poder público. “Aguardamos ainda as definições sobre as relações de trabalho que começaram a ser tratadas na Medida Provisória publicada, mas que devem ser acrescidas a qualquer momento com nova MP. Todas essas questões quanto à diminuição de salários e demissões dependem do teor dessa nova legislação.”

Embora demonstre preocupação em relação às medidas anunciadas pelo governo federal e o risco iminente do desemprego, o presidente do Sindicato dos Empregados no Comércio Estado (Sindicomerciários), Rodrigo Rocha, disse que empresas estão adotando férias coletivas, que não trazem tanto prejuízo aos trabalhadores.

Desde quinta-feira passada, segundo ele, mais de 100 empresas em todo o Estado optaram por essa modalidade, ou seja, deram férias coletivas de 15 a 20 dias a aproximadamente 1.500 trabalhadores, após acordo com o sindicato. Além disso, muitas empresas estão dando férias aos trabalhadores que estão no grupo de risco.Essa realidade também é compartilhada no setor industrial.

O presidente do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas e de Material Elétrico do Estado (Sindifer), Luis Soares Cordeiro, disse que as empresas estão colocando grande parte do quadro em férias coletivas, inicialmente por 15 dias, podendo estender a 30 dias. Ele mostra-se confiante de que não haverá demissão em massa no setor.
“Acreditamos que a teoria do isolamento social será revista nos próximos dias sob pena do caos econômico trazer mais danos sociais que a própria crise sanitária.”
 
Fonte da Notícia: A Tribuna Publicado: 25/03/2020
Sindifer -  Sindicato das Indústrias Metalúrgicas e de Material Elétrico do Estado do Espírito Santo

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