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Lucro volta à CSN no 3º tri, diz Steinbruch
Com o mercado de aço dando os primeiros sinais de recuperação e com a sustentação dos preços mais altos do minério de ferro, Benjamin Steinbruch, presidente da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), assegura que a empresa consegue entregar lucro líquido já no terceiro trimestre. 

Em teleconferência com analistas ontem, o empresário lembrou que o próximo balanço já trará o efeito completo dos reajustes do aço no mercado interno e de ganhos de eficiência operacional e equalização financeira, o que levaria a resultado positivo.

A última vez em que a siderúrgica contabilizou lucro foi no quarto trimestre, porém fruto de ganho extraordinário de R$ 2,9 bilhões, que levou o lucro a R$ 2,37 bilhões no azul. Antes disso, só no primeiro trimestre de 2015, em razão R$ 502,5 milhões em créditos fiscais.

A perspectiva de consumo melhorou e o grupo já programa religar o alto-forno nº 2 de Volta Redonda (RJ) na primeira semana de outubro. "Trabalhando em nichos, com maior valor agregado, vamos conseguir colocar essa produção toda", garantiu Steinbruch. "Com isso, eu vejo que teremos números bastante bons no terceiro trimestre."

Sobre o preço do minério, o executivo explicou que por uma postura conservadora, a companhia celebrou contratos com cotação fechada antes do rali que levou a commodity a US$ 70 por tonelada. Até setembro, esses valores vão pegar parte da recuperação do insumo no mercado internacional. No segundo semestre, o executivo vê patamar entre US$ 60 e US$ 70.

Com chance de os custos de mineração ficarem próximos a US$ 28 por tonelada e os de fabricação de placas entre US$ 260 e US$ 280, Steinbruch disse que é factível esperar margem Ebitda de 25% no terceiro trimestre. Entre abril e junho, o índice foi de 19%, e no primeiro trimestre, chegou a 18%. 

Enquanto isso, no lado financeiro, a CSN negocia a rolagem de dívidas com vencimento de 2018 para frente, segundo David Salama, diretor de relações com investidores (RI). O trabalho vai se intensificar, acrescentou Steinbruch, na liquidez e na estrutura de capital da empresa.

Nos cálculos do Credit Suisse, com o nível em que roda a siderúrgica hoje, o caixa só aguenta até o fim de 2017. Nos próximos 18 meses, a CSN tem R$ 2,5 bilhões a pagar de principal das obrigações financeiras. Para o BTG Pactual, tanto mineração como siderurgia geraram menos do que poderiam em resultado.

"A CSN tem histórico de reagir muito rápido", disse Steinbruch. "As coisas ainda vão melhorar mais do que já melhoraram, com a resolução da questão política no curtíssimo prazo e a recuperação das condições de mercado."

Os investidores, porém, parecem não ter confiado nas declarações do executivo. As ações da empresa terminaram em queda de 5,6%, para R$ 10,53, na pior queda do Ibovespa, o principal índice.
Fonte da Notícia: Aço Brasil Publicado: 18/08/2016
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