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Melhoria de produtos e serviços para conquistar certificação
Especialista alerta que a certificação deve ser uma consequência pela excelência das atividades exercidas pela indústria
 
Investir e conquistar certificações é o sonho de toda empresa. Este é um sinal de que seus produtos e serviços são de boa procedência. O caminho para alcançá-las, entretanto, passa por enxergá-las como uma consequência pela excelência das atividades fim da empresa e não como um fim em si.
 
Quem diz isto é o consultor Plinio Pereira. Ele atua na área de certificações da multinacional alemã TÜV Rheiland, empresa especializada no assunto e com mais de 500 escritórios em 66 países dos cinco continentes. Plinio esteve no Espírito Santo no último dia 10 de março para ministrar a palestra "Atualização da NBR ISO 9001:2015 e a Gestão de Riscos", na sede do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas e de Material Elétrico do Estado do Espírito Santo (Sindifer), para empresas associadas.
 
Ele explica que esta nova versão da ISO 9001 veio com o intuito de fazer com que o empreendedor aumente o seu interesse pelo assunto e tenha a real dimensão do que significa melhorar os seus processos, a fim de conseguir a almejada certificação.
 
Plinio acredita que a naturalidade das melhorias qualitativas promovidas pela empresa aos seus produtos fim vai criar uma cadeia de fornecedores e prestadores de produtos e serviços cada vez melhores. “Quando uma empresa de determinada região começa a exigir altos padrões de qualidade, ao menos 15 ou 16 fornecedores ligados a ela também vão começar a exigir. E aí a gente começa a ter produtos mais consistentes para o mercado, atingindo a finalidade da certificação”, diz.
 
O presidente do Sindifer, Lúcio Dalla Bernardina, concorda. “Antigamente, as empresas procuravam se certificar porque o fornecedor exigia isto. Por ser uma coisa que deixa a empresa bem conceituada no mercado. Hoje eles já pensam a certificação como um fim, não como um meio”.
 
Situação capixaba
 
“O Espírito Santo está localizado na região mais rica do país e talvez tenha a menor gama industrial, se comparado a São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais – algo que aconteceria com qualquer outro estado brasileiro quando equiparado ao poder de industrialização destes três. Então é comum que as informações cheguem primeiro por lá, até mesmo em função da procura das pessoas”, opina Plinio.
 
Dalla Bernardina acredita que os investimentos previstos para o Espírito Santo nos próximos anos podem diminuir bastante esta diferença. “Os investimentos que o estado vai receber ajudarão em muito no seu desenvolvimento. Somente o setor petrolífero deve injetar cerca de R$ 30 bilhões até 2021. E para surfarmos esta onda de crescimento é necessário que desenvolvamos mais tecnologias, busquemos parceiros e promovamos eventos”, finaliza.
 
Publicado: 15/03/2017
Sindifer -  Sindicato das Indústrias Metalúrgicas e de Material Elétrico do Estado do Espírito Santo

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